Os psicólogos discordam acerca do significado da personalidade. A maior parte concorda que a palavra “personalidade” teria se originado do latim persona, que se refere a uma máscara teatral utilizada pelos atores romanos na encenação de dramas gregos.
Os antigos atores romanos usavam uma máscara (persona) para desempenhar um papel ou obter uma falsa aparência. Esse ponto de vista superficial obviamente não é uma definição aceitável.
Quando os psicólogos usam o termo “personalidade”, estão se referindo a algo além dos papéis desempenhados pelas pessoas. Contudo, os teóricos da personalidade não concordaram a respeito de uma definição única de
personalidade.
De fato, desenvolveram teorias exclusivas e vitais porque não conseguiam alcançar um consenso com relação à natureza da humanidade e porque cada um via a personalidade de acordo com um ponto de referência individual.
De acordo com os pesquisadores referenciados, pode-se dizer que a personalidade é um padrão de traços relativamente permanentes e de características singulares. Isso confere, ao mesmo tempo, consistência e individualidade ao comportamento de uma pessoa.
Os traços contribuem para a existência das diferenças do comportamento, de consistência comportamental ao longo do tempo e de estabilidade em meio às situações.
Os traços podem ser únicos, comuns para alguns grupos ou compartilhados por espécies inteiras, mas seu padrão é diferente para cada indivíduo.
Dessa forma, cada pessoa, embora semelhante a outras em muitos aspectos, possui uma personalidade exclusiva.
Já as características são qualidades singulares de um indivíduo, que incluem atributos como temperamento, psique e inteligência.
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Referência teórica:
Feist, J., Fiest, G., & Roberts, T.-A. (2008). Teorias da Personalidade. Nova York: McGraw-Hill Companies, Inc.